quinta-feira, 3 de dezembro de 2009

Semana punk

A semana não está sendo fácil. Eu já falei isso ali embaixo. Ontem foi um mal estar tremendo, de não me aguentar em pé. Corpo todo dolorido, enjôo, piriri...
Pensei que estava com uma virose qualquer porque primavera tem dessas coisas: tudo que é vírus incubado aparece.
Trabalhei o dia inteiro, vez ou outra pegava um sol nas ventas e vâmuquivâmu.
Saí no meu horário e vim pra casa me arrastando. Um calor dos infernos, corpo mole.

Em casa, tomei um banho bem gelado e deitei. Apaguei até umas 20h quando acordei ainda meio mal mas disposta a estudar para a minha última prova na faculdade.

Lendo o texto, percebi que talvez meu mal estar fosse exatamente por isso: estou terminando algo que durou 6 anos da minha vida. Talvez esse fosse um boicote para estender mais um pouco a faculdade. Talvez.

terça-feira, 1 de dezembro de 2009

Bad days e good news

O fim de semana foi horrível (apesar da minha folga). Ontem e hoje estão me matando de raiva. São problemas em casa, com família mesmo. Daqueles que dão vontade de pegar as poucas roupas e cair no mundo.

Anyway, a semana começou bem também por que:

1) ontem eu recebi meu 1/11 do décimo terceiro salário. \o/
2) ontem minha melhor amiga passou para o mestrado . \o/ \o/
3) hoje uma amiga de estágio confirmou aprovação em concurso público. \o/ \o/
4) hoje eu recebi meu vale-alimentação. \o/
5) hoje uma amiga de estágio descobriu que está grávida!!!!! \o/ \o/ \o/ \o/

É ou não é pra deixar os pensamentos negativos de lado e agradecer por tanta coisa boa, hein???

quarta-feira, 18 de novembro de 2009

"É desconcertante..."

Revi algumas pessoas muito queridas hoje. São amigos da época de colégio e não nos víamos há muito tempo. Entre eles estava meu primeiro namorado, com o qual fiquei por quase 4 anos. Isso não foi esquecido em nenhum momento.
Ao contrário, era lembrado a todo momento. Entre farpas, falas, olhares, cuidados. É muito estranho. Ao mesmo tempo, falávamos dos nossos relacionamentos atuais como quem troca figurinhas. "Vai casar?" "Pretende ter filhos?" "Nossa, seu irmão já tem essa idade?", "É, sua vó gostava de mim". Amenidades que um dia foram construídas em cima da eternidade dos romances de adolescência. E o pior disso tudo é ter as testemunhas do que foi dito, feito e vivido ali, sentadas ao lado para que nenhum de nós desminta ou omita algum detalhe.
Extremamente constrangedor e belo. Não sei onde eu vi beleza. Talvez naquele olhar que eu conheci há anos atrás. Talvez uma tentativa de reconhecimento desse ser que um dia eu tanto amei.
Entre comentários, percebo que restou alguma mágoa de mim. Algo de imperdoável permaneceu. Algo do cuidado também. No falatório geral, sempre voltávamos a algo nosso. Aos papos de ex-namorados. E, fatalmente, o nome do meu ex e amigo dele, apareceu.

Realmente, como meus sábios amigos letrados que parafrasearam Hamlet disseram: "há mais coisas entre o céu e a terra do que supõe a nossa vã filosofia".

E eu rebato com Chico: "o que será, que será?"

domingo, 8 de novembro de 2009

Nos episódios anteriores

- 28/10
* a recrutadora liga pra minha casa marcando uma entrevista urgente para uma vaga para a qual fui indicada;
* entrevista acontece;
* vóvis "meiduenti".

- 29/10
* vóvis vai ao médico, a dor não passa e eu tenho que ajudar nas tarefas de casa;
* não vou à faculdade.

- 30/10
* terapia;
* ligação do gerente me convocando para uma entrevista na terça-feira;
* dormi na casa do namorado para irmos à Teresópolis no sábado pela manhã.

- 31/10
* Teresópolis pela manhã e início da tarde;

01/11
* Não lembro

- 02/11
* Iniciei o trabalho da faculdade;
* Fomos ao Rio Sul comprar uns presentinhos pro namorado;
* Comemos no rodízio do Viena.

- 03/11
* Terminei o trabalho da faculdade;
* Não deu pra ir na oficina com as crianças por conta da entrevista;
* Meu irmão me levou na entrevista;
* Entrevistada pelos diretores (suei muito);
* Fui fazer o exame admissional;
* Não fui pra supervisão nem pras aulas.

- 04/11
* Fui fazer o Teste Ergométrico (muito puxado, mas meu coraçãozinho é forte!)
* Vim pra casa, almocei, lavei roupa e organizei minhas tralhas;
* Fui à Niterói com meu irmão: preguei anúncios dos livros, renovei os livros da biblioteca, conferi os créditos para formatura, me informei sobre o ENADE, tirei xerox dos meus documentos, procurei (e não achei) minha supervisora para conversar sobre o meu novo emprego e as consequências disso para o estágio;
* Voltamos pra casa;
* Fui ao mercado pra comprar produtinhos pra janta;
* Fiz a janta.

- 05/11 (Sol, muito sol. Calor, muito calor. Rio de Janeiro - sucursal do Inferno)
* Fui na Penha tirar as benditas fotos 3x4;
* De lá parti pra empresa para entregar os documentos e dar entrada na admissão;
* Suei horrores, achei longe e quase desisti do emprego;
* Assinei o contrato;
* Fui ao banco abrir uma conta no Bradesco e aproveitei o tempo (esperei 1 hora) pra avisar a minha supervisora sobre os acontecimentos ;
* Parti pra Niterói para grupo de estudos e aula;
* Contei para os parceiros de estágio a nova condição e todos me apoiaram;
* Assisti aula e conversei com os mestrandos sobre meu trabalho e a impossibilidade de frequentar as últimas aulas do semestre - mais outra aula;
* Voltei pra casa.

- 06/11
* Aniversário do meu amado e eu não tive tempo de pensar em nada nem de comprar nada;
* improvisei um presente pela manhã com muita correria e banhado à lágrimas e suor, muito suor;
* Faltei a terapia;
* Almoço com a família dele;
* Shopping para mais presentes;
* Aborrecimento no lugar onde ele ia comemorar o aniversário dele. Mudamos pra outro lugar em cima da hora. Comemoramos lindamente;
* Encontrei por acaso uma amiga no mesmo local;
* Fim de noite: muito calor e aniversário do meu amor bem comemorado.

- 07/11
* Almoço no restaurante da Gabizo;
* Jogo do Vasco (ô, o meu Vascão voltou/o meu Vascão voltooou!)
* Fim das comemorações no Joe & Leo's, em Botafogo.
* Enfim, minha cama.

- 08/11
* Enade x Furnas: duelo desleal;
* Furnas ganha (afinal, são 100 dinheiros de inscrição) e faço o concurso; duas horas de prova no ar condicionado, fresquinho;
* Pizza em casa e os últimos episódios de Harper's Island (decepcionou!! humpf!!);
* Calor, muito calor. Ansiedade domina. Amanhã começa uma nova fase da minha vida! \o/

domingo, 1 de novembro de 2009

Tempos modernos

Meu irmão de 14 anos comprando roupinha de marca antes do dia do passeio da escola.
Esse mesmo irmão chegando de um show a meia-noite.
Ele reclamou que o celular de sua amiga foi furtado durante o evento. Falando como se nenhum deles estivesse preocupado com a perda. Afinal, amanhã seus pais lhe darão outro melhor ainda porque eles não podem ficar sem celular.

Meus 14 anos foram bem diferentes. Nada veio fácil assim. Eram outros tempos, sim. Tempos em que era preciso batalhar pra conseguir alguma coisa: melhorar o poder de argumentação para poder sair ou comprar roupas novas, ajudar nas tarefas de casa, ter boas notas.

Só penso no quanto ele está sem limite, tem quase tudo o que quer e o quanto a palavra "não" se faz pouco presente. Quanto os horários estão mais esticados pra ele. Quando eu tinha 14 anos, ia ao shopping de tarde e, no máximo, 19h tinha que estar em casa.
Não sei se sou conservadora ou amedrontada, mas acho que é novo pra chegar em casa a essa hora.

E depois dizem que violência é só bandidagem. Pra mim, essas pequenas coisas são violentas.

Preocupações futuras...

quinta-feira, 29 de outubro de 2009

Seriados

Terminei de assistir às 5 temporadas de "Medium". Estou aguardando os novos episódios da sexta temporada.
Essa semana eu termino a primeira temporada de "Dexter" e parto pra segunda.
Comecei ontem a primeira temporada de "Gossip Girl", com os dois primeiros episódios.
Falta baixar os primeiros episódios de "Six Feet Under" e "Glee".
Desisti de "Mental" porque não me deu aquela vontade louca de ver como termina a primeira temporada. Acho que vi uns 5 episódios.

segunda-feira, 26 de outubro de 2009

Magoadinha, sim

Vou contar as mazelas relativas às minhas tentativas frustradas de comemorar meus 25 anos em grande estilo. O fim de semana que escolhi foi cheio de negativas daquelas que surgem meia hora antes de você sair de casa. É um balde de água fria receber ligações de amigos avisando que não vão bem na hora em que você está se arrumando. Broxante!
Uns amigos fariam a prova da OAB no domingo e não poderiam comparecer na noitada. Outros simplesmente não tinham como ir nem voltar devido à Lei Seca. Tudo bem.
Cheguei na porta da boate e fiquei lá durante uma hora esperando os amigos chegarem. E eles não apareceram. Pra não ser injusta, dois amigos que não via há séculos se dignaram a ir e fiquei muito feliz por eles terem ido.
Como não queria mais ficar plantada ali, partimos pra Lapa (estávamos em Botafogo, meu namorado pagou táxi para irmos pra lá, gastou uma graninha) no carro de um dos meus amigos.
Lá chegando, uma amiga ligou avisando que estava chegando na boate e eu falei que tinha mudado de lugar. Ela foi pra onde eu enveredei.
A noite foi bem legal. Acabei indo numa choperia que toca sambinha ao vivo com espaço pra dançar e a consumação era R$10. Bem acessível.
Fiquei chateada com as pessoas que confirmaram, não apareceram e nem se incomodaram em dar um sinal dizendo porque não foram. Eu não sei se estou sendo chata, mas poxa...coloquei lista, tive o maior trabalho e fiquei feito boba esperando na porta e nem um SMS recebi de ninguém.
Pra piorar a situação, tinha marcado com os amigos que não podiam de jeito nenhum no sábado à noite e com aqueles que iam fazer a prova da OAB de ir pra um rodízio depois da prova. Procurei um local que fosse acessível para a maioria e fiz reserva.
Cheguei no local no horário combinado e somente uma amiga apareceu e outra ligou avisando que não ia porque não tinha como voltar pra casa sozinha.
Eu realmente quis comemorar com as pessoas importantes para mim e sei que se eu tivesse feito um festão em algum lugar, com comida e bebida grátis aposto que todo mundo arrumaria uma jeito de ir e voltar. Será que isso é ser pessimista?
Não precisa nem me ligar, manda um SMS, um scrap avisando que não vai. O que me mata é falta de consideração. Se me ligar pra dizer que a unha encravou, o sapato não deu, eu acredito e ficarei chateada pela ausência da pessoa, mas vou entender e levar em conta a consideração. Agora, ficar esperando é foda!
Tô magoadinha, sim.