quarta-feira, 30 de setembro de 2009

Efeito deprê: compras

Depois de fazer a oficina com as crianças da escola (estágio), as minhas companheiras foram almoçar em casa e eu fiquei sozinha pra comer no bandejão. Eu como sozinha fácil, mas no bandejão é deprê total. Como eu já estava meio pra baixo, parti pro Plaza Shopping a fim de achar um KFC para almoçar. Não tem KFC no Plaza, ainda. Mas aí, avistei a Renner e não aguentei. Fui às compras desnecessárias.
Comprei um brinquinho que estava procurando há muito tempo, um lápis de olho beeeem preto, pois estou com vontade de usar como delineador (tô me achando meio perua, ultimamente...vermelho na unha - delineador preto nos olhos...tsc tsc tsc). Queria o da Elke, que foi bem recomendado, mas não tinha e fui de Payot mesmo. Comprei meio às cegas, mas quando cheguei em casa aprovei o lápis! Foi esse aqui, mas sozinho - sem a máscara.



Comprei também uma blusa bem bonita. Tive que fazer sangria, pois tinha gostado de mais duas, só que cada uma custava a bagatela de R$69,90. Pro meu bolso não rolava, babe. Escolhi a mais baratinha e tão arrumadinha quanto: R$49,90.
Não sei se resolvi a deprê, mas com certeza ficarei mais bonitinha com blusinha nova, brinco de lacinho e lápis delineador nos olhos! Uma boa dose de vaidade pode descambar uma deprê, concorda? ;)

segunda-feira, 28 de setembro de 2009

Coragem!


Tomei coragem e pintei as unhas com o Vermelho Ivete, da Colorama, depois de muito tempo sem esmaltar minhas unhas. Estava só na hidratação com Mira Cuticle, da Avon e Cera Nutritiva, da Granado.
Comprei o esmalte quando fui em Teresópolis, já que não achava nas farmácias chinfrins que eu ia aqui no RJ.
Deve ter uns dois meses que ele está rolando aqui na minha caixinha de esmaltes.
Ontem acordei com siricuticu e resolvi pintar as unhas de vermelhão.

sábado, 26 de setembro de 2009

Operação Formiga


Estava aqui em cima e ouvi um piado estranho. Meu digníssimo irmão trouxe do trabalho um ninho de filhote de cambaxirra. Eram duas cambaxirras piando de fome. O que dar de comer pra esses filhotinhos?
Meu irmão, nem ligando, foi passear e eu fiquei com pena dos passarinhos. Liguei logo pra uma amiga bióloga e apaixonada por pássaros que foi me ensinando a alimentá-los. Antes disso, já tinha tentado dar milharina com água com uma seringa. Fiquei desesperada quando vi que podia estar entalando a cambaxirra e decidi que precisava de ajuda profissional.
Fui buscá-la em casa pra me ajudar. Começamos a matar formigas, criar bolinhos e enfiar goela abaixo das cambaxirras. Depois, dávamos uma gotinha d'água para ajudar a descer a massa de formiga. Éramos quatro pra alimentar dois bichinhos e todos muito felizes ao vê-los pularem.
Infelizmente, um dos bichinhos morreu, mas o outro está todo prosa e abre o bicão quando vamos oferecer a massa de formiga.
Agora todos estão empenhados em procurar formigas e matá-las para dar de comer ao bebê da casa!

domingo, 20 de setembro de 2009

Is this the real life?

Ontem fui pro jogo do Vasco como primeiro pagamento dos meus tickets de Dia dos Namorados. Legal, o time venceu.
Depois tive que aturar o resto do dia em casa, pois a família do meu namorado veio visitá-lo e ele foi pra casa. Minha mãe foi pra uma festa de 15 anos lá na Conchichina, irmão 1 de plantão, irmão 2 no shopping com os amigos e eu em casa, procurando algo na TV.
Dez e meia estava deitada procurando pelo sono.

Acordei hoje e logo no café da manhã, minha mãe logo veio perguntar o que teria pro almoço. Oi? Os papéis se inverteram? Pois é, tem acontecido isso com uma fatídica frequência que não me agrada. Fazer almoço significa não estudar de manhã, não ler pra minha monografia e não descansar. Eu cozinho sim, até gosto de cozinhar pra minha família, mas isso não pode me tornar a cozinheira da casa.
Ok, por livre e espontânea pressão fui fazer o prato principal. O arroz ela faria. Faria? Sério, ela falou isso? Eu deduzi e vi que isso não ia acontecer. Comecei a ficar irritada. Passei a manhã preparando o almoço. Todos almoçaram e foram passear. Eu, como ontem, fiquei em casa com a minha avó - que vive me provocando quando estou na cozinha e quando eu reclamo ela se justifica com a célebre frase "eu tô velha!"

Jesus, me chicoteia!


sexta-feira, 11 de setembro de 2009

Lembranças de um sonho

Quando sonho com ele acordo meio perturbada. Não gosto, sabe?
Mas fico sempre pensando no que ele está representando naquele momento (coisas de psicóloga...).

Eis que o sonho vai se perdendo na correria da manhã. Okay, bacana. Normalmente acontece assim mesmo.

Quando vou pra faculdade, pego ônibus na Rodoviária. O ônibus está cheio, eu em pé e cheia de coisas nas mãos. Olho para o lado e vejo uma pessoa que tem a ver com a pessoa que eu sonhei. Uma pessoa que não se lembra de mim, mas que eu lembro dela muito bem, pois o grande turning point da nossa história foi por causa dela.
Ainda não acredito nos meus olhos, duvido da minha capacidade assustadora de reconhecer as pessoas por um olhar, de costas, pelo andar... O ônibus enche mais ainda e eu evito de olhar para não parecer perseguidora. Ela carrega um cordão no pescoço com seu nome. Não tenho dúvidas, é ela!

A partir de então, olho pra frente. Pro mar e para os navios parados no meio da Baía de Guanabara.
Ela passa por mim. Não sei se me reconhece, mas ela me levou de volta àquele sonho que eu queria esquecer.

Assisto aula e converso com as pessoas.

Volto pra casa no mesmo ônibus. Dessa vez, sentada. Já é tarde. A música ambiente é uma conhecida por mim e carregada de história pessoal com a mesma pessoa do sonho.

Será que era pra esquecer mesmo?

quinta-feira, 10 de setembro de 2009

Sangrando

Amor de irmão é incondicional!
Sangue do mesmo sangue.
Como um irmão pode dizer ao outro que vai perder o carinho que tem por ele? Carinho?

Isso é possível?

Vou dormir de coração sangrando.

terça-feira, 8 de setembro de 2009

Exercício faz mal!

Pois é, eu comecei a andar. É, fazer exercício físico que todo corpo precisa e ainda cumprir aquela promessa de dois meses atrás.
Fui hoje bem cedinho e nem cansei. Nem senti aquela dorzinha embaixo da costela que indica que estamos respirando errado. Tudo bem.
Eu disse tudo bem? Tudo bem, nada. Minhas mãos incharam tanto e coçaram tanto que eu achei que tivesse com alergia a algo. Levantava os braços, abria e fechava as mãos e nada. Tudo inchado e coçando horrores.
As pernas não doeram, mas as mãos demoraram mais de 8 horas para desinchar totalmente e eu conseguir tirar o anel. Sufoco total!
Mas amanhã eu continuo. Firme e forte, sem anel.

Ah, e andar dá uma fome!